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Real Madrid 2 (1) x (3) 1 Bayern de Munique - Cristiano Ronaldo marca 2, perde pênalti e bávaros vencem na disputa de penalidades

Alemães disputarão a final em seu estádio: Allianz Arena
Action Images
O brasileiro Kaká entrou no 2º tempo e também perdeu pênalti

Hoje, iniciada às 15:35, o Real Madrid voltou a cair na semifinal da Liga dos Campeões Europeus. Dessa vez, nos pênaltis, dentro do Santiago Bernabéu, para o Bayern de Munique. O placar no tmepo normal foi o mesmo do jogo de ida: 2 a 1 para os donos da casa. Nas penalidades, 3 a 1 para os visitantes.

Com o triunfo, os bávaros terão o direito de disputar a decisão em seu próprio estádio no dia 19 de maio, no mesmo horário de hoje. É a 4ª vez na história da competição que um finalista acaba jogando em seu domínio. Confira abaixo as outras ocasiões (vencedores em negrito):

1956/1957 Real Madrid 2 x 0 Fiorentina (Santiago Bernabéu)

1964/1965 Internazionale 1 x 0 Benfica (Giuseppe Meazza)

1983/1984 Roma 1 (2) x (4) 1 Liverpool (Estádio Olímpico de Roma)

O jogo:

A partida de hoje pode ser dividida em 3 grandes etapas: espetáculo, nervosismo e cautela. Cada uma delas referente a um tempo do jogo (1º, 2º e prorrogação).

Espetáculo:

Logo com 15 minutos o Real Madrid já tinha aberto 2 a 0 no placar, impondo-se em campo e mostrando quem era o dono da casa. Cristiano Ronaldo, de pênalti e na cara do gol, após receber grande passe de Ozil, foi quem converteu nas duas vezes.

Entre os dois tentos marcados, porém, o Bayern havia perdido chances incríveis com Mario Gomez e Robben, este dentro do pequena área. Aos 25, um novo pênalti marcado. Desta vez para os bávaros. Robben cobrou e descontou.

O jogo 1º tempo seguiu emocionante e foi concluído após grande defesa de Casillas, que defendeu boa cobrança de falta de Robben, no seu canto direito.

Nervosismo:

Já a segunda etapa foi bem diferente da primeira. Apesar da boa oportunidade de Mario Gomez, no início, de cabeça, tirando tinta da trave de Casillas, e da finalização de Benzema - aos 10 minutos - para defesa de Neuer, as chances foram poucas.

As duas equipes erravam muitos passes e os principais encarregados de armar o jogo (Ribery, Cristiano Ronaldo, Ozil, Robben, etc) eram constantemente desarmados. Nada de muito emocionante aconteceu.

Cautela:

Na prorrogação, nenhuma das duas equipes quis correr o risco de se expor. Ribery foi substituído por Thomas Muller, Ozil por Granero e Benzema por Higuaín. As alterações foram o que teve de mais significante.

Embora marcar um gol, praticamente, assegurasse uma vaga na final, sofrer um significaria dar adeus à competição. Principalmente para o Real, o qual teria que marcar mais duas vezes para passar de fase, caso isso ocorresse.

Penalidades/Goleiros em ação:

O desempenho dos jogadores durante o confronto, com CR7 e Robben convertendo, indicava uma acirrada disputa de pênaltis. E foi. Mas não da maneira esperada: os goleiros foram os grandes protagonistas e os cobradores tiveram péssimo desempenho.

Alaba, Mario Gomez e o goleiro Neuer (que fez duas grandes defesas em pênaltis de Cristiano Ronaldo e Kaká), botaram o Bayern em ampla vantagem.

Foto: Action Images

Casillas, duas vezes, em penalidades de Kroos e Lahm, junto com Xabi Alonso, único merengue a marcar, deixaram o Real na disputa novamente, caso Sergio Ramos, posteriormente, convertesse. O zagueiro, entretanto, isolou a chance do empate, em uma cobrança bizonha.

Assim, ficou fácil para os bávaros. Schweinsteiger foi para a cobrança precisando marcar para deixar o Bayern na final e o fez. Os alemães garantiram o direito de disputar a decisão na Allianz Arena.

 
 

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