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Entrevista exclusiva com Jonatas Obina

Jonatas teve uma passagem pelo Atlético-MG
Site oficial do Atlético-MG

Atacante defende a seleção de Guiné Equatorial

Jonatas Obina fez praticamente toda a sua carreira no estado de Minas Gerais, tendo seu ápice no Atlético-MG. Sem oportunidades na seleção brasileira, escolheu defender a equipe de Guiné Equatorial, que chegou à segunda fase das eliminatórias para a Copa do Mundo. Conhecido por sua semelhança física com Obina, ex Flamengo e atualmente no América-MG, Jonatas falou com exclusividade à equipe do Sambafoot.

Confira abaixo a entrevista de Jonatas Obina:

Você iniciou sua carreira em Sete Lagoas, sua cidade natal. Conte-nos um pouco sobre esse princípio de carreira. Como foi sua primeira experiência no futebol?

Comecei minha carreira no Democrata de Sete Lagoas, mas não cheguei a jogar nos profissionais. Saí de lá e fui para o Vila Nova para disputar a Copa São Paulo de Futebol Jr e, após isso, cheguei aos profissionais no Barra do Garças, de Mato Grosso, emprestado do Vila.

Boa parte de sua carreira até o momento foi em clubes do estado de Minas Gerais. Isso foi uma opção sua ou as melhores oportunidades vieram de clubes do estado?

As melhores propostas vieram do estado. Tive boas passagens em alguns clubes do interior, até que o Atlético-MG chegou até mim e fez uma proposta e acabei me transferindo para la.

Em 2011 você chegou no Atlético-MG, um dos grandes do estado de Minas, mas não teve uma grande sequência de jogos e foi emprestado algumas vezes até ser negociado em definitivo. O que faltou para vingar com a camisa atleticana?

Acredito que foram vários fatores. Já haviam grandes nomes no elenco quando cheguei, como Guilherme e Magno Alves. Apesar disso, o time não vivia um bom momento. Também não tive ninguém ao lado que me desse o suporte necessário naquele momento, já que eu era jovem e estava chegando no meu primeiro clube de grande nome.

Após passagem pelo Mixto, você chegou à Ferroviária, onde já havia jogado por empréstimo anteriormente. Como foi sua chegada e sua adaptação ao clube?

Nessa segunda passagem me adaptei mais facilmente pois participei da pré-temporada com o elenco, então facilitou bastante. Na primeira vez que estive no clube, não pude estar presente durante o período de preparação pois estava esperando meu empresário definir a minha situação com o Atlético-MG.

 

A Ferroviária está na sétima posição da Série A2 do Paulistão, com apenas 4 pontos atrás do Mirassol, último classificado para a Série A1 até o momento e ainda faltam cinco partidas para o término do torneio. Você acredita que a Ferroviária terá forças para chegar e conquistar o acesso?

Acredito que temos chances, sim. Temos um grupo muito bom. Acabamos perdendo alguns pontos importantes jogando em casa, mas ainda estamos na briga pelo acesso. Deus está nos abençoando e as coisas estão indo no caminho certo.

 

Você ganhou o apelido de Obina pela semelhança com o ex atacante do Flamengo, que agora atua no América-MG. Em algum momento esta comparação te incomodou ou colocou algum peso extra sobre você?

Não colocou peso nenhum. Ganhei este apelido na cidade de Três Corações, quando jogava pelo Tricordiano. No início eu tentei tirar, porque ainda estava no começo da minha carreira e o Obina era um dos principais atacantes no momento, mas a própria imprensa colocava como Jonatas Obina e acabou pegando. Depois percebi que foi um gesto carinhoso da torcida e por isso carrego o apelido até hoje.

 

Apesar de ser nascido em Sete Lagoas e feito sua carreira no Brasil, você defende a seleção de Guiné Equatorial. Como surgiu a possibilidade da naturalização e o que te motivou a aceitar?

O empresário do ex treinador da seleção de Guiné Equatorial me acompanhou em alguns jogos aqui no Brasil. Após isso, o presidente da confederação entrou em contato comigo e acertamos tudo.

Você não acredita que, se não tivesse acertado com Guiné Equatorial e recebesse outra oportunidade em um clube de ponta, poderia ter tido uma chance na seleção brasileira?

Todos tem o sonho de jogar pela seleção brasileira, mas sabemos que para alguns isso não será possível. O Brasil possui vários grandes jogadores e acredito que não teria espaço para mim na seleção. Por isso optei por defender Guiné Equatorial. Pude jogar as eliminatórias da Copa e também tive a chance de enfrentar a Espanha em um jogo amistoso. Agora vamos lutar para poder disputar a Copa Africana de Nações.

 
 

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