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Protestos e problemas no Mané Garrincha marcam estreia da Seleção

Estádio mais caro a ser utilizado na Copa sofre com cadeiras inexistentes e falta de produtos nos bares
Divulgação

A tensão que ronda algumas das principais capitais do país se manifestou em Brasília, neste sábado. A festa de abertura da Copa das Confederações foi eclipsada pela indignação dos brasileiros presentes ao estádio. O resultado foi uma sonora vaia à presidenta Dilma Roussef, no momento do anúncio oficial de abertura do evento.

Pouco antes da partida, um protesto no entorno do estádio Mané Garrincha exibiu uma "amostra grátis" do que vem acontecendo em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo nos últimos dias. Os protestos, que se iniciaram pacíficos, chegaram a Brasília, e a polícia, como tem sido recorrente, reagiu com bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e balas de borracha. Com isso, instaurou-se um clima de tensão antes mesmo de a Seleção entrar em campo.

- Estava na fila com minha esposa e meu filho quando começou a correria. Carros passando, cavalos correndo em nossa direção. Ficamos muito assustados. Acho que todos têm o direito de protestar, até concordo com algumas das reivindicações. Mas tem que ter mais consciência dos manifestantes e da polícia porque tem muita gente que não tem nada com a história em perigo - afirmou o servidor público Alan Kennedy.

"Estava na fila com minha esposa e meu filho quando começou a correria. Carros passando, cavalos correndo em nossa direção. Ficamos muito assustados. Acho que todos têm o direito de protestar, até concordo com algumas das reivindicações. Mas tem que ter mais consciência dos manifestantes e da polícia porque tem muita gente que não tem nada com a história em perigo", afirmou um transeunte, em entrevista ao GloboEsporte.com.

Se a situação fora do estádio era complicada, o interior do reformado Mané Garrincha, estádio mais caro entre os que será utilizado na Copa, exibia problemas. A demora as filas e a ausência de produtos nos bares foram algumas das principais reclamações de quem compareceu para apoiar o Brasil.

Um problema curioso foi o fato de que torcedores simplesmente não conseguiam achar os assentos que estavam nos bilhetes que haviam comprado. Explica-se: os assentos não existiam. Sem cadeira, os espectadores, resignados, acumulavam-se nas escadas para assistir a Neymar e cia.

 
 

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