
Árbitro relata confusões na súmula, e Cruzeiro pode ser punido com perda de mandos de campo

O clássico do último domingo entre Cruzeiro e Atlético-MG continua dando o que falar. O empate em 2 a 2 foi marcado por muitas reclamações de lado a lado e uma série de incidentes que incluíram o arremesso de objetos no campo por parte da torcida da Raposa, a única presente no Independência.
Nesta segunda-feira, a divulgação da súmula do árbitro Nielson Nogueira Dias colocou o Cruzeiro em situação complicada. O clube pode ser punido com a perda de mandos de campo devido ao mau comportamento dos seus torcedores e dos seus dirigentes, que chegaram a chamar o juiz pernambucano de "ladrão".
- Ao término do primeiro tempo, quando toda a equipe de arbitragem se dirigia ao vestiário, ainda no corredor de acesso, fui abordado pelos senhores Valdir Barbosa e Guilherme Mendes, ambos diretores do Cruzeiro E. C., os quais, em tom elevado, com extrema agressividade verbal, proferiram as seguintes palavras: "Você é um ladrão. Já roubou há (sic) a gente em Uberlândia e está roubando de novo - relatou Nielson.
- Aos seis minutos do segundo tempo, com a bola fora de jogo, após a marcação de uma falta a favor do C. A. Mineiro, próximo do banco de reservas do mesmo, foram arremessados ao campo de jogo vários copos cheios de água e uma lata de uma buzina a gás, todos oriundos da torcida do Cruzeiro E. C. Tendo esse árbitro principal sido atingido no braço esquerdo por um copo cheio de água - afirmou o árbitro em outro techo da súmula.
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