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Vasco 3 x 2 Alianza Lima – Alecsandro perde 2 pênaltis, mas Gigante da Colina vence a 1ª na Libertadores

Coube a Dedé fazer o gol da virada e comandar o Cruzmaltino
Peruanos seguem sem pontuar no Grupo 5

São Januário recebeu, nesta terça-feira, um grande público para assistir a Vasco x Alianza, jogo válido pela 2ª rodada da Libertadores. A partida, que foi vencida pelos donos da casa por 3 a 2, teve de tudo: de uma falha do zagueiro Rodolfo a dois pênaltis perdidos pelo artilheiro Alecsandro.

A primeira vitória lançou os vascaínos ao segundo lugar no Grupo 5, atrás, apenas do Libertad, próximo adversário da equipe, que venceu suas duas partidas. Já o Alianza ocupa a lanterna, sem nenhum ponto conquistado, e enfrentará o Nacional, time que derrotou os cruzmaltinos na estréia, possui a mesma pontuação, mas fica atrás nos critérios de desempate.

O jogo:

Retranca peruana, falha de Rodolfo e bom 1º tempo de William Barbio

O treino tático do Alianza no dia de ontem foi claro: o time viria para se defender e tentar a sorte explorando nos contra-ataques. Para isso, os peruanos armaram um time com um atacante isolado na frente e um meio-campo bem povoado, congestionando o setor. Já o Vasco, mais ofensivo e sem Eder Luis, apostava no substituo William Barbio.

As principais jogadas cruzmaltinas vinham, justamente, do lado direito, onde estava posicionado o atacante. Aos 12 minutos, quase veio o primeiro gol. William chutou cruzado e Alecsandro esteve perto de completar para o fundo da rede. Enquanto isso, a esquerda pouco produzia.  

Embora o Vasco fosse melhor e o Alianza quase não conseguisse trocar passes, quem saiu na frente foram os visitantes, que contaram com a grande colaboração de Rodolfo. O zagueiro errou o tempo da bola e permitiu que Charquero saísse frente a frente com Fernando Prass para marcar.

Não demorou muito e veio a resposta vascaína. Antes que o torcedor que lotou São Januário perdesse a paciência, o Gigante da Colina empatou. E, novamente, a jogada foi de Barbio. Diego Souza deu excelente passa para o substituto de Eder Luis, que apareceu bem, cruzou e contou com a ajuda do zagueiro, que não era Rodolfo, mas Ramos, o qual jogou contra o próprio patrimônio.

A partida seguiu em ritmo lento, com o Cruzmaltino tendo um domínio quase que absoluto, mas pecando nos últimos passes, sentindo dificuldades de converter seu domínio. Quando chegou mais perto, foi com Dedé que recebeu livre na área e cruzou para Alecsandro. O camisa 9 tentou de letra e acabou perdendo. Muito antes, o mesmo Alecsandro teve um gol anulado.

Alecsandro perde dois pênaltis e Dedé faz gol da virada

Na volta do vestiário, o Vasco começou com força total e duas substituições. Rodolfo, que vem falhando consecutivamente, deu lugar a Douglas. Eduardo Costa saiu para entrada de Felipe. As mudanças melhoraram o time. Logo aos 2 minutos, um pênalti marcado e uma expulsão, de Carmona, que facilitaria a missão de vencer, diante de sua torcida, a primeira partida na Libertadores.

Se fosse por Alecsandro e pela trave, dessa vez, a missão teria que ficar para outra oportunidade.  O jogador escorregou na hora da cobrança e acertou o poste do goleiro Libman. Depois, de falta, Juninho cobrou quase no mesmo lugar. A virada só veio com o Dedé. O Mito aproveitou cobrança de escanteio de Fagner e cabeceou para, finalmente, deixar o Vasco em vantagem.

Alecsandro, posteriormente, teria mais um gol anulado (os impedimentos foram uma das marcas registradas do centroavante no jogo de hoje) e outra penalidade desperdiçada. Mas sem pôr a culpa no gramado. Libman pegou.  

A essa altura, o Vasco já ameaçava bem mais do que na primeira etapa. A entrada de Felipe deu um novo ânimo à equipe. Barbio já não era a principal arma ofensiva. O Maestro era preciso nas fintas e criava boas oportunidades. Muito aplaudido pela torcida, o meia se apresentou para cobrar o escanteio que resultou na queda de Nilton dentro da área. O incidente não passou despercebido pelo árbitro, que, imediatamente, assinalou a terceira penalidade e deu cartão amarelo para Fernandez. Juninho bateu e fez.

Com tudo para criar um placar mais dilatado e ficar mais confortável no Grupo 5, com diferença no saldo de gols, o Gigante da Colina fez o contrário: complicou-se em um jogo que estava fácil. Aos 40 minutos, outra bobeira da zaga e mais um gol sofrido. O time peruano cobrou falta de muito longe e a zaga permitiu que Ibañes finalizasse para descontar e dar números finais ao confronto.

 
 

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