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Brasil vence Gabão por 2 a 0, com gols de Sandro e Hernanes

Meia do Lazio marcou o segundo gol e foi um dos melhores em campo
CBF
Mano Menezes observa novatos e reservas vencerem com boa atuação no primeiro tempo. Ponto fraco foi o gramado do estádio no Gabão, que mostrou uma seleção fraca, mas esforçada.

O adversário era fraco, o campo era ruim, e a Seleção não tinha estrelas. Mesmo assim, em um bom primeiro tempo, o Brasil venceu o Gabão por 2 a 0, com gols de Sandro e Hernanes e engatou a quarta vitória consecutiva, algo inédito para Mano Menezes. COm boas atuações de Diego Alves, Hulk e Hernanes, e promovendo a estréias de vários atletas, Mano pode observar bem o time, apesar do campo mal cuidado de Libreville. 

A Seleção agora segue para Doha, no Quatar, onde enfrenta o Egito, na Segunda, em seu último compromisso no ano de 2011. 

Sem luz e sem campo

A primeira constatação que se tirou do amistoso entre Brasil e Gabão foi claro: apesar de varias os adversários de grande e pequeno porte, passando por todos os continentes, a Seleção Brasileira precisa se valorizar. O jogo estava para começar e, como se não houvesse uma Seleção pentacampeão em campo, as luzes se apagaram, atrasando o início da partida. A luz voltou aos poucos e os refletores apagaram novamente, em uma espécie de pegadinha gabonesa, que inaugurava o estádio em Libreville. 

Quando as luzes se acenderam, acredite, a situação ficou pior. Em um campo digno de várzea, com buracos e castigado pela chuva, o Brasil deu o pontapé inicial para o amistoso contra o Gabão.

Mais organizado e com mais técnica, Brasil faz dois gols e deixa vitória encaminhada na primeira etapa

O jogo começou corrido. Em um campo pequeno e maltratado, a bola corria de um campo a outro em poucos segundos. O Brasil teve chances logo cedo, com Jonas aos 2, e Hulk aos 6, mas começou com alguma dificuldade em sair jogando, já que o Gabão, surpreendentemente, adiantava a marcação, chegava com a bola ao ataque, mas não tinha chance de finalizar. 

Mais organizado, o Brasil chegou ao primeiro gol em uma falha que mostrou o abismo técnico entre as seleções. O estreante Bruno César cruzou, e Hernanes quase marcou de cabeça. A defesa bobeou no rebote e Sando, de sola, abriu o placar para a Seleção Brasileira.

A maior organização brasileira e a ruim marcação gabonesa no meio campo fez com que o Brasil tivesse várias oprtunidades de gol com Jonas, Hulk e Elias. A melhor oportunidade veio aos 24 com Hernanes que aproveitou bem a bobeada da zaga e saiu, cara a cara, com o goleiro do Gabão. Hernanes caprichou muito, tentando cobrir o goleiro, jogou para fora e irritou, muito o técnico Mano Menezes.

Se Mano permaneceu meses irritado com Hernanes após a expulsão do meia contra a França, no começo do ano, dessa vez, a irritação durou 10 minutos. Aos 34, Jonas chutou forte, o goleiro deu rebote e Hernanes aproveitou com uma cabeçada forte, ampliando o placar. Brasil 2 a 0, com uma boa atuação de Hernanes.

Outro que vinha bem no jogo era o goleiro Diego Alves que fez duas boas defesas, nas duas única chances do Gabão. Na primeira, uma falta na lateral que quase entrou, cobrada por Madinda e salva por Diego, que com um tapinha desviou a bola para o travessão e para o escanteio. Aos 39, Aubameyang, que lembra Neymar fisicamente, fez uma jogada do craque santista, e parou na boa defesa do goleiro do Valencia. 

Segundo Tempo

Mano promoveu a estréia de Alex Sandro, que entrou no lugar de Fábio, e Adriano foi para a lateral direita. 

Logo no comecinho, Bruno César tentou um golaço do meio de campo, mas a bola passou ao lado, em tentativa aplaudida por Mano. Jonas, de pertinho, e Hulk, perderam chances antes dos 15 minutos, e a Seleção ensaiva o terceiro gol. 

Sandro, autor do primeiro gol, saiu para a entrada do titular Lucas Leiva.

O Brasil perdeu um pouco do ímpeto, e deixou o Gabão jogar um pouco mais. As chances não apareciam mais, e o Gabão chutou ao gol, aos 20, com Aubameyang. Aos 24, Hulk fez ótima jogada e Bruno César parou no goleiro gabonês. Foi a última jogada do atacante, que deu lugar a seu comapnheiro de equipe, Kleber, estreante na Seleção. 

Bruno César, ex-Corinthians, deu lugar a outro ex corintinao, o meia Willian, do Shakhtar Donetsk. Sem muitos lances, as substituições tomaram mais conta do jogo e mais um teste de Mano foi a entrrada de Dudu, ex Cruzeiro, no lugar do atacante Jonas que fez uma boa partida. 

No finzinho, Willian fez uma boa jogada driblando dois, mas não tev espaço para concluir. Uma boa jogada eum um segundo tempo apagado da Seleção. A última alteração de Mano foi a entrada de Thiago Silva no lugar de Elias. 

Fim de segundo tempo ruim em um jogo que o Brasil venceu no primeiro tempo. Valeu pelo teste, pela observação e pela vitória, a quarta seguida da Seleção. 

 
 

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